sábado, 2 de maio de 2015

Escrever



Quero, preciso de escrever, mas não quero que sejam palavras em vão. Palavras vazias sem nexo.
Não quero andar como este mar, um turbilhão de sentimentos, que ainda existe dentro do meu peito.
Medito, penso com a cabeça e coração.
Preciso de me refugiar dentro da minha alma para ver o que realmente quero.
Qual o meu caminho de vida.
O que quero para mim.
Quem sou eu. esta sei responder quem sou, uma pessoa que se devia chatear mais com a vida e não andar neste caminho lento, que não me leva a lado nenhum.
Em relação ao Henrique ou até ao meu casamento, sinto que eu é que não estou bem, o Henrique é um peão no meio disto tudo.
Amo-o como sei que ele me ama, mas tenho que ter mais controle comigo mesmo pois eu admito que muitas vezes pico.
Tenho que aceitar de coração aberto, saber receber assim como dar.
Já tenho feito algumas melhorias, não ainda não são o suficiente(acho) porque, se fosse não me sentiria assim. Tão confusa.
Sei que todos os dias são diferentes, não existe dias bons ou dias maus, existe vida, e o que fazemos com ela é que vai originar se vai ser bom ou mau.
Com o tempo as peças se vão encaixar. E é essa a minha esperança.
Agradeço, sempre o facto de acordar de manhã, o que tenho, as pessoas que caminham comigo, e é gratificante ao fim de um dia poder olhar e dizer que só por hoje fui FELIZ. E é assim dia após dia.

Beijinhos

Namastê


Um comentário:

O Profeta disse...

Na elegante e fina escrita da tua pena

Às vezes é preciso acordar o silêncio da memória
Ou esperar pelo adormecimento inadiável
Com o gesto sereno e demorado da ternura
Com o acordar do amor rompendo o improvável


Um radioso fim de semana



Doce beijo